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Espelho Meu

(solo show)


Sep 12 - Oct 12 2024

Maus Hábitos


Porto, Portugal

Simão Martinez (Lisbon, 1993) is an artist based in Lisbon, Portugal. Since 2017, he has exhibited regularly across Europe, and his work is held in various private and institutional collections, including museums and academic faculties. His work has also been featured in over a dozen catalogs.


Simão’s practice spans printmaking (stone lithography and chalcography), painting, drawing, ceramics, and mixed media. His drawing and printmaking explore fleeting personal moments—memories of love, trauma, and altered mental states such as dissociation—juxtaposed with broader historical continuity. In this work, Simão reflects on the collision between our contemporary, personal experiences and the unfathomable scale of human history. 


His practice acknowledges the universality of the human condition: we are both individuals grappling with personal trauma and living metonymies of humanity, connected to the collective struggles of others. Amid increasing alienation fueled by abstract, technological existence, his work seeks specificity in human experience, exploring how personal narratives resonate on a universal level. By striving for atemporality, Simão aims to create art that speaks across time, hoping it will retain an essence of humanity far into the future, much like the works of artists throughout history. His practice is marked by a critical stance towards contemporary culture, coupled with a transgressive, DIY ethos—an attitude reminiscent of punk, even if calling it so is an irony in itself.


In his more recent works, Simão employs materials like clay, gesso, encaustic, and oil paint, engaging with forms rooted in the earliest art-making traditions—from household items to decorative objects and funerary art. These materials carry with them a sense of abundance, humbleness, and historical weight, sharply contrasting with the modern imagery he produces. Through processes that involve warping, shaping, and often violent gestures inflicted upon the materials, he creates non-neutral surfaces that resemble fragments or remnants. This approach foregrounds the fragility and impermanence of the materials, mirroring his own reflections on human vulnerability and his experiences with mental illness. His work evokes a tension between the material’s inherent fragility and the persistent human drive to create meaning.


Simão’s practice draws on a wide range of influences, including thinkers such as Hal Foster and Chogyam Trungpa. In particular, Trungpa’s concept of Dharma Art, which stresses the non-duality between life and art, deeply informs his work. For Simão, being an artist and being human are not separate acts—both require a shared vulnerability. His work seeks to expose the "real" in art, where there is no separation between experience and expression, between the person and the artist. Balancing a critique of traditional representation with an intense focus on material presence, Simão’s work navigates the tension between the immediacy of the present and the long arc of art history. It questions enduring narratives while embracing the fragility that is central to both art and life, offering a meditation on the fractured, often unstable nature of being human.

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Simão Martinez (Lisboa, 1993), é um artista baseado em Lisboa, Portugal.


Expõe regularmente desde 2017, tanto nacional como internacionalmente (França, Espanha, Polónia e Reino Unido), e o seu trabalho figura em colecções institucionais e privadas em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Moçambique, Alemanha e Itália. Conta também com o seu trabalho publicado em mais de uma dezena de catálogos (ver publicações). 


Actua sobre a pintura, gravura (litografia e calcografia) e o desenho com particular intensidade, procurando aliar a profunda mestria material, e valores que a tradição destes meios acarreta, tanto na arte clássica e sacra Europeia, como na Chinesa e Japonesa, em particular, com a liberdade conceptual

da contemporaneidade. Procurando criar objectos independentes do “agora”, cuja experiência total não se comprometa com o seu contexto específico, as suas preocupações flutuam sobre questões de figuração e materialidade, e do inerente carácter fenomenológico e intemporal da arte, do gesto e da sua economia.

Simão Martinez (Lisboa, 1993), é um artista baseado em Lisboa, Portugal.


Expõe regularmente desde 2017, tanto nacional como internacionalmente (França, Espanha, Polónia e Reino Unido), e o seu trabalho figura em colecções institucionais e privadas em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Moçambique, Alemanha e Itália. Conta também com o seu trabalho publicado em mais de uma dezena de catálogos (ver publicações). 


Actua sobre a pintura, gravura (litografia e calcografia) e o desenho com particular intensidade, procurando aliar a profunda mestria material, e valores que a tradição destes meios acarreta, tanto na arte clássica e sacra Europeia, como na Chinesa e Japonesa, em particular, com a liberdade conceptual

da contemporaneidade. Procurando criar objectos independentes do “agora”, cuja experiência total não se comprometa com o seu contexto específico, as suas preocupações flutuam sobre questões de figuração e materialidade, e do inerente carácter fenomenológico e intemporal da arte, do gesto e da sua economia.

Simão Martinez (Lisboa, 1993), é um artista baseado em Lisboa, Portugal.


Expõe regularmente desde 2017, tanto nacional como internacionalmente (França, Espanha, Polónia e Reino Unido), e o seu trabalho figura em colecções institucionais e privadas em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Moçambique, Alemanha e Itália. Conta também com o seu trabalho publicado em mais de uma dezena de catálogos (ver publicações). 


Actua sobre a pintura, gravura (litografia e calcografia) e o desenho com particular intensidade, procurando aliar a profunda mestria material, e valores que a tradição destes meios acarreta, tanto na arte clássica e sacra Europeia, como na Chinesa e Japonesa, em particular, com a liberdade conceptual

da contemporaneidade. Procurando criar objectos independentes do “agora”, cuja experiência total não se comprometa com o seu contexto específico, as suas preocupações flutuam sobre questões de figuração e materialidade, e do inerente carácter fenomenológico e intemporal da arte, do gesto e da sua economia.

Simão Martinez (Lisboa, 1993), é um artista baseado em Lisboa, Portugal.


Expõe regularmente desde 2017, tanto nacional como internacionalmente (França, Espanha, Polónia e Reino Unido), e o seu trabalho figura em colecções institucionais e privadas em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Moçambique, Alemanha e Itália. Conta também com o seu trabalho publicado em mais de uma dezena de catálogos (ver publicações). 


Actua sobre a pintura, gravura (litografia e calcografia) e o desenho com particular intensidade, procurando aliar a profunda mestria material, e valores que a tradição destes meios acarreta, tanto na arte clássica e sacra Europeia, como na Chinesa e Japonesa, em particular, com a liberdade conceptual

da contemporaneidade. Procurando criar objectos independentes do “agora”, cuja experiência total não se comprometa com o seu contexto específico, as suas preocupações flutuam sobre questões de figuração e materialidade, e do inerente carácter fenomenológico e intemporal da arte, do gesto e da sua economia.

Simão Martinez (Lisboa, 1993), é um artista baseado em Lisboa, Portugal.


Expõe regularmente desde 2017, tanto nacional como internacionalmente (França, Espanha, Polónia e Reino Unido), e o seu trabalho figura em colecções institucionais e privadas em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Moçambique, Alemanha e Itália. Conta também com o seu trabalho publicado em mais de uma dezena de catálogos (ver publicações). 


Actua sobre a pintura, gravura (litografia e calcografia) e o desenho com particular intensidade, procurando aliar a profunda mestria material, e valores que a tradição destes meios acarreta, tanto na arte clássica e sacra Europeia, como na Chinesa e Japonesa, em particular, com a liberdade conceptual

da contemporaneidade. Procurando criar objectos independentes do “agora”, cuja experiência total não se comprometa com o seu contexto específico, as suas preocupações flutuam sobre questões de figuração e materialidade, e do inerente carácter fenomenológico e intemporal da arte, do gesto e da sua economia.

Simão Martinez (Lisboa, 1993), é um artista baseado em Lisboa, Portugal.


Expõe regularmente desde 2017, tanto nacional como internacionalmente (França, Espanha, Polónia e Reino Unido), e o seu trabalho figura em colecções institucionais e privadas em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Moçambique, Alemanha e Itália. Conta também com o seu trabalho publicado em mais de uma dezena de catálogos (ver publicações). 


Actua sobre a pintura, gravura (litografia e calcografia) e o desenho com particular intensidade, procurando aliar a profunda mestria material, e valores que a tradição destes meios acarreta, tanto na arte clássica e sacra Europeia, como na Chinesa e Japonesa, em particular, com a liberdade conceptual

da contemporaneidade. Procurando criar objectos independentes do “agora”, cuja experiência total não se comprometa com o seu contexto específico, as suas preocupações flutuam sobre questões de figuração e materialidade, e do inerente carácter fenomenológico e intemporal da arte, do gesto e da sua economia.

Enquanto que em séries como "Procissão" me foco no uso de uma única estrutura elementar, a linha, na série "Casa de Vidro" de pinturas em papel e madeira, exploro a adição e subtração de matéria como elemento compositor. Utilizo mono-pigmentos puros, sobrepostos em camadas de opacidade progressiva, e moldo as imagens, que vou removendo com espátulas e riscadores de diversos materiais. O processo é um acumular de tempos, de camadas e de remoção de matéria quanto à sua aplicação.

Pintadas sobre memórias sucessivas de um mesmo espaço, escolho espaços que habito durante uma extensão de tempo suficiente para vê-los transformados e reorganizados. Procuro conhecer o que está dentro e fora das coisas, por baixo e por cima, e todas as coisas que sei que lá estão, devido à minha experiência multissensorial e histórica de um lugar, que flui nos gestos que desenvolvo.

Durante os confinamentos de 2020-21, o tempo que passei a desenhar a minha casa como se de uma paisagem se tratasse, frágil e transparente, como a vida parecia também estar. Aqui, as fronteiras entre o desenho e a pintura dissolvem-se ainda mais, de modo que por vezes não sei onde as situar.

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Noite de Santos

, 

2018

Óleo s/ tela

150 x 100 cm

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Incandescência (Après Delacroix)

, 

2019

Litografia em pedra s/ papel

50 x 70 cm

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Aqui Há Gato!

, 

2018

Óleo s/papel preparado

70 x 50 cm

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Ameixoeira I

, 

2018

Óleo s/ tela

120 x 120 cm

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Menos Três

, 

2019

Água-Tinta s/ papel

Série

"

Fuga

"

70 x 50 cm (folha)

FILTERS

2019

☓

2018

☓

2017

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2023

☓

2022

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2021

☓

2020

☓

2023

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RECENT WORKS

"Não Me Falem de Arte" é um projeto iniciado em lockdown, no início de 2021 - uma publicação online, em que escrevo sobre arte e outras questões pelo meio da minha própria prática artística. Cada número inclui imagens de trabalhos em produção, e obras que servem como mote para a temática dos textos.

nº 

50

.

O Vento

13 de fevereiro de 2024

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nº 

49

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Regresso a Casa

11 de novembro de 2022

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O Clube Social dos Patos do Parque Oeste

16 de maio de 2022

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Grandes Conclusões

30 de abril de 2023

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A Verdadeira Maionese

1 de abril de 2022

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Os Deuses Escondidos

Parte II

19 de março de 2022

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nº 

44

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Os Deuses Escondidos

Parte I

19 de fevereiro de 2022

Ler

nº 

43

.

O Último Dia do Resto da Minha Vida

12 de fevereiro de 2022

Ler

nº 

42

.

Desenho à Vista

8 de fevereiro de 2022

Ler

nº 

41

.

Cor-De-Burro-Quando-Foge

29 de janeiro de 2022

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nº 

40

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22 de janeiro de 2022

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nº 

39

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14 de janeiro de 2022

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nº 

38

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Casa de Malucos

A Grande Loucura, Parte I

30 de novembro de 2021

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nº 

37

.

A Última Linha

10 de novembro de 2021

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nº 

36

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35

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25 de outubro de 2021

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34

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Entre Sonhos

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20 de outubro de 2021

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nº 

33

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À Janela

10 de outubro de 2021

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32

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Insuficiente

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31

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Nem Por Sombras

26 de setembro de 2021

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30

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O Interminável Indeterminável

19 de setembro de 2021

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29

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Os Nomes do Mundo

10 de setembro de 2021

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28

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O Fim dos Tempos

5 de setembro de 2021

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27

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Água

28 de agosto de 2021

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26

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Entretanto

20 de agosto de 2021

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25

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Ida e Volta

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24

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22

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Passeio Nocturno

23 de julho de 2021

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21

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Fotofobia

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Os Vidros Duplos Fazem Mal à Saúde

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Não Me Falem de Arte

2 de março de 2021

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